CRF-PA | Vacina experimental contra ebola mostra boa tolerância em teste clínico
Acesse os serviços online em qulaquer lugar
Conselho regional de farmácia do Estado do Pará
4858
wp-singular,post-template-default,single,single-post,postid-4858,single-format-standard,wp-theme-bridge,wp-child-theme-bridge-child,qode-quick-links-1.0,ajax_fade,page_not_loaded,,qode_grid_1300,footer_responsive_adv,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-child-theme-ver-1.0.0,qode-theme-ver-11.2,qode-theme-bridge,bridge-child,wpb-js-composer js-comp-ver-6.10.0,vc_responsive
 

Vacina experimental contra ebola mostra boa tolerância em teste clínico

Vacina experimental contra ebola mostra boa tolerância em teste clínico

Os primeiros 34 voluntários que participaram do teste clínico de uma vacina contra o ebola mostraram uma boa tolerância e não foram observados efeitos secundários preocupantes, comunicou nesta segunda-feira o Hospital Cantonal de Genebra. O centro hospitalar iniciou este teste, a pedido da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 10 de novembro com a vacina experimental VSV-ZEBOV, desenvolvida pela Agência de Saúde Pública do Canadá. O Comitê de Ética da OMS avaliou os remédios e vacinas experimentais com mais possibilidades de serem produzidas rapidamente e considerou que podiam acelerar os testes com certos produtos, entre eles a vacina que é testada em Genebra. O hospital indicou que após receber a vacina, os voluntários ficaram sob observação durante uma hora e meia para detectar qualquer sintoma alérgico, essencialmente, já que são os primeiros que aparecem em caso de efeitos secundários. “Até agora não foi observado nenhum efeito secundário preocupante: as injeções provocaram respostas inflamatórias que eram esperadas. Estas foram de intensidade leve a moderada”, precisou a equipe a cargo deste teste, que deve ser realizado com um total de 115 voluntários. Cada injeção contém de 10 a 50 milhões de partícula da vacina. Alguns voluntários receberam, por outro lado, um placebo, mas todos serão observados e receberão um acompanhamento similar, que inclui controles durante os três primeiros dias após receber a vacina em visitas que duram entre 20 e 30 minutos. Essas entrevistas mostraram que os voluntários responderam à vacina com uma reação inflamatória que durou desde algumas horas até dois ou três dias, mas sem nenhum efeito secundário realmente preocupante. Depois, o acompanhamento é feito em intervalos de duas semanas, um mês e três meses depois da injeção. No caso dos voluntários que tinham previsto viajar aos países afetados pela epidemia do ebola, o acompanhamento nas semanas e meses posteriores será realizado por telefone. A observação terminará após seis meses da ingestão da vacina, com uma última visita na qual será realizada um teste de sangue para assegurar que não há efeitos secundários a longo prazo e determinar se a resposta imunitária gerada pelo organismo depende da quantidade de dose recebida. O teste continuará até o começo de 2015 com 15 voluntários por semana, de maneira paralela aos que são realizados com a mesma vacina no Canadá, Estados Unidos, Alemanha e Gabão, e que em breve deve começar no Quênia.

Fonte: R7 Saúde

 

Nenhum comentário

Deixe um comentário