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Presidente do CFF recebe estudantes de Farmácia premiados no Egito

Presidente do CFF recebe estudantes de Farmácia premiados no Egito

Estudantes do curso de Farmácia da Faculdade de Ceilândia, da Universidade de Brasília (UNB), foram premiados, em agosto, durante o 58º Congresso da Federação Internacional de Estudantes de Farmácia, em Hurghada, no Egito, com um projeto de extensão que desenvolve campanhas de conscientização sobre o uso, conservação e descarte correto de medicamentos em comunidades do Distrito Federal como Ceilândia e Itapoã. Na manhã do dia 12 de setembro, estudantes, e a coordenadora do Projeto, Micheline Meiners, estiveram no Conselho Federal de Farmácia (CFF) e foram recebidos pelo Presidente, Walter Jorge João.

Com o Projeto “Remédios! O que fazer? Como fazer?” os estudantes da UNB, Amanda Araújo, Camila Queiroz, Danielle Fontes, Guilherme Pinheiro, Lorena Moreira e Isabelle Gomes, venceram estudantes do Japão, Estados Unidos, Tunísia, Canadá, Paquistão e outros nove países. 

Segundo a estudante Danielle Fontes desde o mês de maio, quando começou a ser desenvolvido, o Projeto atendeu mais de 200 pessoas com orientações sobre informações das embalagens e bulas, e sobre o uso racional de medicamentos. “É de extrema importância para a nossa formação, pois as dúvidas da população são das mais simples, como a leitura da bula, até informações mais complexas sobre intoxicações”, comenta a estudante.

“Nosso objetivos estão diretamente relacionados: aproximar os estudantes da população e promover o uso racional de medicamentos. Assim, levamos nossos estudantes à prática da farmácia e orientamos a comunidade sobre os riscos do uso incorreto de medicamentos”, afirma Micheline Meiners.

O Projeto “Remédios! O que fazer? Como fazer?” continuará a ser desenvolvido durante todo o ano de 2012 e 2013. O intuito é continuar a educar a população sobre como usar, guardar e descartar medicamentos de forma adequada. “Projetos que resgatam a essência dos serviços farmacêuticos devem ser, sempre, estimulados. A população tem inúmeras dúvidas quanto ao uso, armazenamento e descarte de medicamentos, por isso, a orientação e a informação são importantes. A iniciativa de aproximar a academia, no caso, os estudantes da população também é louvável. Esse contato direto com quem precisa de medicamentos permite ao estudante ter uma nova visão e uma reflexão sobre os serviços que irá prestar à sociedade”, disse Walter Jorge João.

 

Fonte: CFF 

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