CRF-PA | Prazo para regularização de produtos a base de água do mar é ampliado
Acesse os serviços online em qulaquer lugar
Conselho regional de farmácia do Estado do Pará
7210
wp-singular,post-template-default,single,single-post,postid-7210,single-format-standard,wp-theme-bridge,wp-child-theme-bridge-child,qode-quick-links-1.0,ajax_fade,page_not_loaded,,qode_grid_1300,footer_responsive_adv,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-child-theme-ver-1.0.0,qode-theme-ver-11.2,qode-theme-bridge,bridge-child,wpb-js-composer js-comp-ver-6.10.0,vc_responsive
 

Prazo para regularização de produtos a base de água do mar é ampliado

Prazo para regularização de produtos a base de água do mar é ampliado

A Anvisa informa que concederá um prazo adicional de doze meses para que as empresas  regularizem seus produtos a base de água do mar junto à Agência. O prazo termina em 30 de setembro de 2013, data a partir da qual nenhum produto a base de água do mar poderá ser produzido, importado, distribuído ou comercializado no país sem possuir registro na Anvisa como medicamento específico. A exigência do registro para esses produtos foi estabelecida pela Resolução RDC 24/2011.

A ampliação do prazo para regularização, que vinha sendo exigida desde abril de 2012, foi uma solução que a Agência encontrou para que as empresas consigam apresentar os estudos necessários para comprovar a qualidade, segurança e eficácia dos produtos que se encontram no mercado, dando-lhes um prazo suficiente para a realização de todos os estudos necessários, como os que comprovam a estabilidade do produto. O tempo adicional também é necessário para que as empresas possam se adequar como produtoras certificadas em boas práticas de fabricação de medicamentos.

 

A principal função dos produtos a base de água do mar é a limpeza da fossa nasal por meio do descongestionamento tópico. Essa atividade ocorre principalmente devido à presença de cloreto de sódio em soluções isotônicas ou hipertônicas. A Lei 6360/1976 estabelece que esses produtos estão sujeitos às normas de vigilância sanitária.

 

As pessoas que utilizarem esses produtos devem ter cuidado na sua administração até a regularização dos registros. Qualquer problema de qualidade deve ser notificado à Anvisa por meio do Sistema de Notificação Notivisa.

 

Fonte: Imprensa/Anvisa

 

Nenhum comentário

Deixe um comentário