19 ago Inclusão de pessoas neurodivergentes no mercado de trabalho
Nos últimos anos, o debate sobre a inclusão de pessoas neurodivergentes no mercado de trabalho tem ganhado cada vez mais destaque. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados na terceira coleta da PNAD Contínua de 2022, em módulo encomendado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, cerca de 18,9 milhões de brasileiros (o equivalente a 8,9% da população) declararam ter algum tipo de deficiência.
Neurodivergentes são pessoas cujo funcionamento neurológico ou desenvolvimento cognitivo se desvia do que é considerado “típico”. Isso significa que inclui condições como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), dislexia e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Mais do que um termo técnico, a palavra ‘’neurodivergência’’ representa identidade.
Reconhecer a neurodiversidade no ambiente farmacêutico, seja em laboratórios, farmácias, indústrias ou na pesquisa, é essencial para promover espaços mais inclusivos, inovadores e humanos. Incluir os profissionais neurodivergentes não é apenas uma questão de representatividade, mas uma forma de enriquecer as práticas com novas perspectivas, formas criativas e únicas de raciocínio.
A inclusão de pessoas neurodivergentes em todas as áreas profissionais fortalece as estruturas sociais, ampliando horizontes e evidenciando o compromisso com a equidade, com o respeito às diferenças e a construção de um futuro mais justo para todos.
A inclusão transforma estruturas e fortalece o compromisso social das pessoas.
O CRF-PA apoia essa causa!
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