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Muda o perfil dos medicamentos genéricos mais vendidos no país

Muda o perfil dos medicamentos genéricos mais vendidos no país



O perfil dos dez medicamentos genéricos mais consumidos no Brasil aos poucos começa a mudar. Os analgésicos e antibióticos, embora ainda sejam os campeões em volume de vendas, começam a ceder espaço para produtos voltados para tratamentos de doenças mais complexas. Em 2011, o citrato de sildenafila, princípio ativo do Viagra (combate à disfunção erétil), entrou pela primeira vez na lista – em quarto lugar em receita e quinto em volume.

Outros medicamentos, que tratam hipertensão, problemas cardíacos, colesterol alto e até câncer deverão figurar no topo desse ranking à medida que a patente desses remédios expirar, disse ao Valor Odnir Finotti, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos). 

Nos últimos dois anos, importantes medicamentos, os considerados “blockbusters” (campeões de venda) tiveram a patente vencida, casos do Viagra e Lipitor (combate o colesterol elevado), ambos da americana Pfizer. A expectativa é de que nos próximos anos, outros remédios importantes tenham suas versões genéricas no mercado.

Finotti acredita que entre os potenciais produtos que podem figurar nessa lista estão o esomeprazol, voltado para tratamento de úlcera gastrointestinal, cujo nome de referência é o Nexium, do laboratório Astrazeneca; o imatinib, usado para tratar certos tipos de câncer, como leucemia, comercializado pela Novartis como Gleevec (EUA) ou Glivec (Europa/Austrália), além do montelucaste, para tratar asma.

No ranking de genéricos mais vendidos por volume, os medicamentos de combate à dor em geral continuam na liderança. Esses produtos são mais baratos e de fácil giro. Segundo Finotti, o maior acesso da população à saúde faz com que esse segmento avance no país. “Esse setor ainda não chegou a sua maturidade no Brasil. Há muito espaço para crescer”, afirmou.

O anti-hipertensivo losartana potássico liderou o ranking em receita no ano passado, com vendas no Brasil da ordem de US$ 265,758 milhões, enquanto a dipirona sódica, líder em volume, caiu para sétima posição em receita, movimentando US$ 121,036 milhões, de acordo com a Pró Genéricos, com base nos dados da consultoria IMS Health. As versões dos genéricos do Viagra, o citrato de sildenafila, movimentaram US$ 157,686 milhões no ano passado.

Fonte: Valor Econômico

 

 

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