CRF-PA | Hospital Ofir Loyola promete normalizar distribuição de medicamento
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Hospital Ofir Loyola promete normalizar distribuição de medicamento

Hospital Ofir Loyola promete normalizar distribuição de medicamento

Pacientes do Hospital Ofir Loyola (HOL) – voltado 100% ao Sistema Único de Saúde (SUS) e referência no Pará em casos de câncer invasor – que fazem tratamento contra o câncer de mama reclamam pela falta do medicamento Tamoxifeno, uma doga básica no tratamento contra a doença. A assessoria de imprensa do HOL informou, em nota, que o problema de abastecimento do medicamento Tamoxifeno ocorreu em todo o Brasil, em consequência à greve dos servidores de Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“O fabricante não forneceu o remédio alegado que a matéria-prima importada estava retida por causa da da greve dos servidores da Anvisa. Mas os fornecdores já reestabeleceram a entrega e ainda hoje (ontem) o abastecimento volta ao normal. O medicamento é utilizado no tratamento de câncer e a Câmara Brasileira de Diagnóstico Labortatorial (CBDL) aontou que o problema ocorreu em todo o Brasil”, informa a nota. 

Tamoxifeno é um modulador seletivo do receptor de estrógeno oral que é utilizado no tratamento do câncer de mama, e é atualmente o tratamento mais vendido para este tipo de câncer. Ele é utilizado para o tratamento de câncer de mama em estágios iniciais ou avançados em mulheres pré ou pós-menopáusicas. Também é aprovado pela Food and Drug Administration (FDA) para a redução da incidência da câncer de mama em mulheres com alto risco de desenvolvimento da doença. Também oi aprovado pela redução da incidência de câncer de mama contralateral (do seio do lado oposto).


Dados do Instituto Naconal do Câncer (Inca) , o câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo. É o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. A estimativa de novos casos para este ano é de 52.680. Em 2010, o número de mortes foi de 12.852, dos quais 147 eram homens e 12.705, mulheres. Também no Brasil, o Inca apontou que as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média aós cinco anos é de 61%. Entretanto, se diagnosticada e tratada oportunamente pelo médico, a doença tem cura e a morte do paciente pode ser evitada.

Fonte: O Liberal
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