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Carreira em farmacêutica é quase especialização para médicos

Carreira em farmacêutica é quase especialização para médicos

O Brasil forma, a cada ano, cerca de 13 mil médicos, segundo o Ministério da Educação. Nem todos vão trabalhar em clínicas. Uma parte deles tem atuado como importante elo da cadeia produtiva: fazem carreira na indústria e este tipo de atuação está em crescimento, em especial nas biofarmacêuticas.

Como este é um mercado que movimenta mais de R$ 33 bilhões por ano só no Brasil (segundo a Interfarma – Assoc. da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), os profissionais são requisitados uma vez que as indústrias farmacêuticas necessitam da expertise do médico. “Para fazer carreira, o médico precisa ter capacidade para trabalho em equipe, capacidade estratégica, responsabilidade e aceitar desafios, além de muita resiliência.”, explica o diretor médico da Bristol-Myers Squibb, Fábio Carvalho, em nota.

As opções de cargos vão desde gerente científico, líder de área terapêutica até diretoria. As principais áreas de atuação são Pesquisa clínica, atividades com órgãos regulatórios e sanitários e relacionamento científico com médicos. Os salários são compatíveis com a função e os benefícios normalmente estão acima da média do mercado.

Na Bristol-Myers Squibb, por exemplo, todos participam da jornada de trabalho cuja programação libera os funcionários toda sexta-feira às 15h00. No verão, o trabalho às sextas é encerrado ao meio-dia.

Um atrativo, em relação à carreira em clínicas, é a ampliação do universo de atuação para o profissional, explica Carvalho. “Ao trabalhar na indústria, o médico tem relacionamento com diversas áreas e profissões, o que possibilita desenvolvimento pessoal e profissional”.

De acordo com o diretor, a possibilidade de conflitos éticos é descartada, pois a indústria afirma não ter relação, enquanto médicos, com venda direta de medicamentos.

Quando formou-se, em 1989, Carvalho conta que este ramo não era bem visto, o que vêm mudando radicalmente nos últimos anos. “A resistência já foi mais evidente. Hoje é visto quase como uma especialidade.

Fonte: Saúde Web

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Carreira em farmacêutica é quase especialização para médicos

Carreira em farmacêutica é quase especialização para médicos

O Brasil forma, a cada ano, cerca de 13 mil médicos, segundo o Ministério da Educação. Nem todos vão trabalhar em clínicas. Uma parte deles tem atuado como importante elo da cadeia produtiva: fazem carreira na indústria e este tipo de atuação está em crescimento, em especial nas biofarmacêuticas.

Como este é um mercado que movimenta mais de R$ 33 bilhões por ano só no Brasil (segundo a Interfarma – Assoc. da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), os profissionais são requisitados uma vez que as indústrias farmacêuticas necessitam da expertise do médico. “Para fazer carreira, o médico precisa ter capacidade para trabalho em equipe, capacidade estratégica, responsabilidade e aceitar desafios, além de muita resiliência.”, explica o diretor médico da Bristol-Myers Squibb, Fábio Carvalho, em nota.

As opções de cargos vão desde gerente científico, líder de área terapêutica até diretoria. As principais áreas de atuação são Pesquisa clínica, atividades com órgãos regulatórios e sanitários e relacionamento científico com médicos. Os salários são compatíveis com a função e os benefícios normalmente estão acima da média do mercado.

Na Bristol-Myers Squibb, por exemplo, todos participam da jornada de trabalho cuja programação libera os funcionários toda sexta-feira às 15h00. No verão, o trabalho às sextas é encerrado ao meio-dia.

Um atrativo, em relação à carreira em clínicas, é a ampliação do universo de atuação para o profissional, explica Carvalho. “Ao trabalhar na indústria, o médico tem relacionamento com diversas áreas e profissões, o que possibilita desenvolvimento pessoal e profissional”.

De acordo com o diretor, a possibilidade de conflitos éticos é descartada, pois a indústria afirma não ter relação, enquanto médicos, com venda direta de medicamentos.

Quando formou-se, em 1989, Carvalho conta que este ramo não era bem visto, o que vêm mudando radicalmente nos últimos anos. “A resistência já foi mais evidente. Hoje é visto quase como uma especialidade.

Fonte: Saúde Web

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