Meditação pode ser tão eficaz quanto antidepressivos, diz estudo — CRF-PA
Acesse os serviços online em qulaquer lugar
Conselho regional de farmácia do Estado do Pará
3677
post-template-default,single,single-post,postid-3677,single-format-standard,qode-quick-links-1.0,ajax_fade,page_not_loaded,,qode_grid_1300,footer_responsive_adv,hide_top_bar_on_mobile_header,qode-theme-ver-11.2,qode-theme-bridge,wpb-js-composer js-comp-ver-5.2.1,vc_responsive
 

Meditação pode ser tão eficaz quanto antidepressivos, diz estudo

Meditação pode ser tão eficaz quanto antidepressivos, diz estudo

RIO – Meditação do tipo “mindfulness” (ou consciência plena) pode ser tão benéfica no combate à depressão quanto antidepressivos, diz um novo estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, publicado nesta quarta-feira na revista especializada em psiquiatria da principal organizações de médicos dos EUA, a “JAMA Psychiatry”.

Segundo o trabalho, terapia cognitiva baseada em consciência plena (MBCT, na sigla em inglês) tem todos os benefícios do uso de medicamentos, sem os efeitos colaterais.

“Embora a MBCT não seja uma cura perfeita, claramente oferece uma direção nova para que aqueles com um histórico de depressão possam aprender habilidades para ficarem bem a longo-prazo”, diz o professor Willem Kuyken, da Universidade de Oxford e autor-chefe do estudo.

De acordo com Kuyken, psicologo clínico e diretor do Centro de Meditação de Oxford, pessoas diferentes requerem tratamentos diferentes, e meditação deve ser vista como uma opção, ao lado de medicamentos e outras formas de terapia.

“Precisamos de mais pesquisas para mostrar como evitar os primeiros casos de depressão, ainda na juventude”, diz ele. “É um treino mental. É sobre treinar a mente para que as pessoas saibam como responder aos seus pensamentos negativos, seus sentimentos negativos, e tenham as habilidades necessárias para serem mais mentalmente resilientes”.

Oriundo da filosofia budista, o “mindfulness” perdeu a conotação espiritual entre os rofissionais de saúde de diversas áreas, da neurociência à psicologia. É recomendado pelo serviço de saúde britânico, o NHS. Já é consenso que a “atenção plena” leva ao desenvolvimento da atenção, ao melhor desempenho profissional, e combate a depressão, o estresse e a perda de memória, além de aumentar a qualidade do sono.

Fonte: O GLOBO

Nenhum comentário

Deixe um comentário